
Título Original: Hannibal Rising
Gênero: Terror/Thriller
Direção: Peter Webber
Roteiro: Thomas Harris
Produtores: Chris Curling, Dino De Laurentiis, Duncan Reid, Guy Tannahill, James Clayton, Lorenzo De Maio, Martha De Laurentiis, Petr Moravec, Phil Robertson, Tarak Bem Ammar
Elenco: Gaspard Ulliel, Gong Li, Jos Houben, Nancy Bishop
Estúdio: Imagem Filmes, Ingenious Film Partners
País de Origem: Reino Unido e Irlanda do Norte
Estreia no Brasil: 20 de Abril de 2007
Estreia Mundial: 7 de fevereiro de 2007
Duração: 121 minutos
Sinopse: Leste da Europa, pouco após o fim da 2ª Guerra Mundial. Hannibal Lecter (Gaspard Ulliel) assiste de perto a morte violenta de seus pais. Sem apoio, ele é obrigado a morar em um orfanato soviético, onde sua família morava anteriormente. Logo Lecter parte para Paris na tentativa de encontrar seu tio, mas é recebido pela sra. Murasaki Shikibu (Gong Li), uma viúva bela e misteriosa que lhe dá carinho e amor. Na cidade Lecter decide estudar Medicina, como forma de aumentar suas habilidades para poder fazer justiça contra os criminosos de guerra que o perseguem.
Crítica: “E no sofrimento que teu inimigo te causar tu comerás a carne de teus filhos”. Não é atoa esta ser a frase inicial do filme. Mas como já devem saber essa não é a primeira aparição de Hannibal Lecter no cinema.
Pela ordem de produção dos filmes, sua primeira aparição acontece em O Silêncio dos Inocentes. Mas pretendo tratar da quadrilogia Hannibal na ordem que a história ocorre, não na ordem de produção. Então os posts viram da seguinte forma: Hannibal Rising, Dragão Vermelho, O Silêncio dos Inocentes e por último Hannibal. Pra quem ainda não viu todos, ou viu apenas O Silêncio dos Inocentes, vale a pena ver na ordem certa.
Voltando ao filme em questão... Sou do tipo de fã que adora filmes que voltam no passado pra explicar certas coisas. Nesse caso em particular, explicar a origem da tamanha perversidade deste que é um dos assassinos mais monstruosos do cinema: Dr. Hannibal Lecter. E Hannibal Rising cumpriu seu papel de forma brilhante esclarecendo boa parte da história de Lecter. É lógico que assassinos não nascem assassinos (creio eu). Quem diria que o motivo de uma prática tão horrenda, o canibalismo, teria surgido de um trauma (e bota trauma nisso) tão perturbador.
O que esperar de uma criança órfã que presencia sua irmãzinha sendo devorada como uma sopa por refugiados de guerra (literalmente devorada). E pior, ainda ver seus restos mortais em um caldeirão. E convenhamos, depois da morte dos pais e da irmã, o curto período que Lecter passou no orfanato também não foi nada acolhedor. É como dizem no filme “o coração do menino Hannibal morreu quando perdeu a família”.
O filme está na minha lista de favoritos, e eu realmente não tenho quase nada de negativo a citar. Apenas o fato de Anthony Hopkins não surgir no fim (apesar da bela atuação, Gaspard Ulliel não lembra Hopkins). Esperava um final diferente, até por que seria um ponto chave para dar sequência aos outros filmes. Tirando isso, o filme foi uma sequência brilhante para a trilogia.
Bons atores, belo cenário, belas cenas de vingança, o intenso romance com a tia e o forma como Lecter caçou por cada um dos envolvidos na morte de Misha, prendem o fã por todo o filme. Nada mais interessante do que uma boa esclarecida nos fatos, certo?
Agora vamos ao que interessa a avaliação: Hannibal Rising leva 4 porpcorn’s e meio, perdendo meio popcorn apenas pela falta de Anthony Hopkins.
Trailer:
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